2ª Edição do "Manual Para Quem Vive em Casas Tombadas", lançada na Flip! Clique aqui e acesse!
Toda boa obra tem uma história. Esta começou há mais de quinze anos.... Em 2009, o NEPAC/UFOP foi às ruas de Ouro Preto para ouvir quem mais entende de viver o patrimônio: seus moradores. Mais de 800 entrevistas revelaram uma realidade comum: dúvidas, inseguranças e a necessidade de tornar mais acessíveis as informações sobre as casas tombadas e sua preservação.
Da escuta nasceu uma ideia. Da ideia, nasceu um livro. A primeira edição do Manual para Quem Vive em Casas Tombadas aproximou universidade, poder público e sociedade, transformando conhecimento técnico em uma ferramenta de orientação para quem vive o patrimônio cultural no dia a dia.
Agora, essa trajetória ganha um novo capítulo! A 2ª edição, revista, atualizada e ampliada, reúne novos autores, incorpora novos debates e reafirma um compromisso que permanece o mesmo desde o início: fazer do patrimônio cultural um tema cada vez mais próximo das pessoas. A obra foi lançada na Flip, o maior Festival Literário do Brasil, em Paraty, e agora está disponível para download.
Convidamos sua instituição a fazer parte da Campanha de Difusão da 2ª Edição do Manual Para Quem Vive em Casas Tombadas, publicando a versão digital no site da sua entidade! Quer fazer parte deste movimento? Clique aqui!
Iniciativa do IDPC Brasil voltada ao acompanhamento dos impactos da Reforma Tributária sobre as políticas públicas de patrimônio cultural. Na Fase 1, promoveu ações de formação e sensibilização por meio do curso Entendendo o Programa ICMS Patrimônio Cultural. Na Fase 2, constituiu Grupo de Trabalho, elaborou relatório técnico e encaminhou manifestação institucional ao Comitê Gestor do IBS (CGIBS). Atualmente, encontra-se na Fase 3, de articulação e incidência institucional, acompanhando os desdobramentos da reforma, dialogando com órgãos públicos, entidades e parlamentares e construindo propostas para a continuidade do financiamento do patrimônio cultural. O Observatório atualmente reúne 26 integrantes. Interessados em participar podem entrar em contato com o IDPC Brasil.
1. Patrimônio Cultural como Linguagem de Paz Social
2. Educação Patrimonial: Cidadania e Interdisciplinaridade
3. Inclusão com Paridade de Gênero e Valorização da Neurodiversidade
4. Sustentabilidade Financeira: Viabilidade a Longo Prazo
5. Governança, Compliance e Boas Práticas
1. Consolidar o Direito do Patrimônio Cultural como um ramo autônomo, tanto didática quanto cientificamente.
2. Defender as conquistas históricas em matéria de patrimônio cultural, agindo para evitar qualquer retrocesso social.
3. Postular o direito ao patrimônio cultural como um direito de personalidade, além de fundamental e humano, com consequências jurídicas no instituto da responsabilidade civil.
O Instituto de Direito do Patrimônio Cultural Brasil (IDPC Brasil) surge do compromisso com a valorização e a defesa do patrimônio cultural no país. Suas raízes estão no meio acadêmico e na experiência prática de suas fundadoras, nascendo a partir dos debates promovidos pelo Seminário Nacional de Direito do Patrimônio Cultural (NEPAC-UFOP) e se desenvolvendo na Etapa de Preparação Pedagógica do Programa de Aperfeiçoamento de Ensino (PAE-USP).
Assim, o IDPC Brasil é fruto do I Seminário Nacional de Direito do Patrimônio Cultural, ocorrido em abril de 2023, em Ouro Preto, evento que teve um impacto significativo na discussão e desenvolvimento do tema no país. Além disso, o NEPAC, grupo de pesquisa coordenado pelo Prof. Carlos Magno de Souza Paiva e do qual a maioria das fundadoras do IDPC Brasil fez parte, desempenha um papel fundamental nesse cenário. Como reflexo desse processo, o Instituto se baseia na Carta de Ouro Preto, documento que orienta a evolução da legislação brasileira sobre patrimônio cultural, e nos Anais do evento.
A semente, plantada em Ouro Preto, germinou durante o Doutorado de sua idealizadora, Profa. Dra. Rosana Sampaio Pinheiro. Esse projeto abordou a inclusão e a diversidade no ensino jurídico, destacando o patrimônio cultural como um direito de personalidade e um instrumento de pertencimento e identidade. A pesquisa demonstrou que o reconhecimento e a valorização das referências culturais impactam diretamente a permanência na Universidade, contribuindo para um ambiente acadêmico mais acolhedor e conectado às identidades dos alunos.
E-mail Institucional: contato@patrimonioculturalbrasil.org
Selo Editorial: contrato@patrimonioculturalbrasil.org
Dessa forma, o IDPC Brasil é fruto de trabalhos sólidos e chega por meio da iniciativa de uma Comissão Fundadora formada por mulheres engajadas na proteção e valorização do patrimônio cultural brasileiro.
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